Autor de dois gols no triunfo do São Paulo por 3 a 0
sobre o Vitória, na noite desta terça-feira, no Morumbi, Nenê se isolou
na artilharia do time na temporada, com dez tentos, dois a mais do que
Diego Souza. Apesar do bom momento dentro de campo e com a torcida, o
camisa 7 rejeita o status de ídolo do clube neste momento.
“Não, é muito cedo para isso. Mas fico
feliz. É o reconhecimento do nosso trabalho em campo. Vou continuar
dando a vida para representar esse clube tão grande, mas não tem nada de
ídolo, não”, refutou o jogador, na saída de campo.
Diante de pouco mais de 20 mil pessoas,
que encararam o trânsito paulistano em pleno Dia dos Namorados, Nenê
abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo com um golaço, fruto de
um chute colocado de fora da área e, segundo ele, treinado
exaustivamente no dia a dia no CT da Barra Funda.
“Eu treino muito essa batida. Antigamente
fazia muitos gols assim. Sempre procuro essa batida, que é o meu forte.
Na hora que consegui fazer o domínio para tirar o marcador, pude dominar
certinho para poder chapar e, graças a Deus, ela entrou no lugar
certinho”, relatou, tentando explicar a sua boa fase.
“É um pouco de tudo: confiança, trabalho.
Não adianta ter confiança e não estar focado, não dar 100% dentro de
campo. É o que todos estão fazendo, se doando pelo time. Estava faltando
essa chapada que eu sempre faço nos treinos. Fico muito feliz por isso

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